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segunda-feira, 8 de outubro de 2012

SOS Rio Jaguaribe


Existe em Limoeiro do Norte o Comitê SOS Jaguaribe, que é um movimento da sociedade limoeirense cuja tarefa é alertar as autoridades e a sociedade em geral dos maus tratos que o nosso rio padece (Jaguaribe). Se desejar conhecer o trabalho desenvolvido por esta entidade, acesse o link a baixo e conheça o blog onde são postadas todas as atividades desenvolvidas por esta instituição.

Postagem: Evanildo Pitombeira

SOS Rio Jaguaribe 

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Reciclagem






Nos últimos anos, o volume de lixo urbano reciclado no Brasil aumentou. Entre 2003 e 2008, passou de 5 milhões de toneladas para 7,1 milhões, equivalente a 13% dos resíduos gerados nas cidades, segundo dados do Compromisso Empresarial para a Reciclagem (Cempre).
O setor movimenta cerca de R$ 12 bilhões por ano. Mesmo assim, o País perde em torno de R$ 8 bilhões anualmente por deixar de reciclar os resíduos que são encaminhados aos aterros ou lixões, de acordo com o estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) encomendado pelo Ministério do Meio Ambiente. Isso porque o serviço só está presente em 8% dos municípios brasileiros
“Se os resíduos são misturados, em geral, apenas 1% pode ser reciclado. Se há a separação correta, o índice de aproveitamento passa para 70% ou mais”, explica a diretora-excutiva da Brasil Ambiental, Marialva Lyra. Ela destaca a importância da coleta seletiva para o processo da reciclagem.
Catadores
O Movimento Nacional dos Catadores de Materiais Recicláveis (MNCR) surgiu no final dos anos 90 e hoje está presente em praticamente todo território nacional por meio de 600 bases, entre associações e cooperativas, e de 85 mil catadores organizados.
“Noventa e nove porcento do material reciclável que vai para a indústria passa pelas mãos dos catadores organizados e não organizados”, relatou o articulador e um dos fundadores do movimento, Eduardo Ferreira de Paula, também secretário da Rede Latino Americana e do Caribe de Catadores.
O Diagnóstico do Manejo de Resíduos Sólidos de 2009, realizado pela Secretaria Nacional de Saneamento Ambiental, apontou que a participação das associações de catadores com apoio da prefeitura na coleta seletiva ocorre em 30% das cidades brasileiras.
A lei 11.445 estabelece as diretrizes nacionais para o saneamento básico e permite que as prefeituras contratem as organizações de catadores para fazer o trabalho de coleta seletiva. “Assim as cooperativas viram um negócio e não apenas uma atividade social”, afirma Eduardo Ferreira de Paula. 
Para a socióloga, Elisabeth Grimberg, coordenadora-executiva do Instituto Polis, as prefeituras são fundamentais. “O poder público municipal terá que investir e coordenar todo processo e implantar tecnologias voltadas para a reciclagem e co-implementar processos de integração dos catadores, associações e cooperativas”, afirma.
O alumínio é o campeão de reciclagem no País, com índice de 90%, segundo os Indicadores de Desenvolvimento Sustentável de 2010 do IBGE. Isso se deve ao alto valor de mercado de sua sucata, associado ao elevado gasto de energia necessário para a produção de alumínio metálico.


Postagem: José Evânio



quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Água da Chapada (Apodi) está poluída



Audiência pública, promovida pela Câmara de Limoeiro, discutiu o impacto do agrotóxico nas comunidades

Limoeiro do Norte
Em mais de dois anos de pesquisa, a Universidade Federal do Ceará e outras instituições foram categóricos em concluir: as comunidades da Chapada do Apodi estão bebendo água envenenada com resíduos dos agrotóxicos usados na lavoura. De 46 amostras do líquido para abastecimento humano, em todas foram encontrados princípios ativos que compõem diversos agrotóxicos, alguns com uso no País sendo reavaliados.

A informação foi divulgada durante a apresentação da professora Raquel Rigotto, do Departamento de Saúde Comunitária da UFC, e que lidera o núcleo de Trabalho, Meio Ambiente e Saúde para a Sustentabilidade (Tramas) da universidade, ontem, na audiência pública realizada em Limoeiro do Norte.


O evento teve como objetivo discutir o impacto do agrotóxico nas comunidades cearenses. Participaram representantes de diversos órgãos estaduais e federais. O evento ocorreu após um dia de caminhadas com gritos e protestos contra os agrotóxicos.


Não cabia mais gente no auditório da Faculdade de Filosofia Dom Aureliano Matos (Fafidam), unidade da Universidade Estadual do Ceará (Uece). Estudantes, trabalhadores rurais de várias cidades e movimentos sociais estaduais e nacionais acompanharam a discussão.


Dentre os venenos encontrados, muitos são considerados extremamente tóxicos e estão sendo revistos pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) a fim de saber se o País ainda deve continuar usando os produtos nas plantações.


Na torneira de uma casa na localidade de Santa Fé, na Chapada do Apodi, a análise laboratorial constatou a presença dos fungicidas fosetil e procimidona, dos herbicidas tetraloxidim e flumioxacin, e do inseticida carbaril. Esses venenos, altamente tóxicos, são usados nas plantações de abacaxi, melão e banana. No tanque que abastece a comunidade de Cabeça Preta, foram encontrados nada menos do que sete princípios ativos, entre fungicidas, herbicidas, acaricidas e inseticidas.


"Estamos diante de um quadro de extrema vulnerabilidade e de grave crise na saúde pública", afirmou a pesquisadora. Raquel citou, também, dados da Companhia de Gestão de Recursos Hídricos (Cogerh), que informaram que, de dez poços subterrâneos analisados, em seis foram encontrados princípios ativos de venenos e metais pesados. A Cogerh confirma a contaminação do aquífero Jandaíra, o segundo maior do Nordeste e que está justamente no subsolo da Chapada do Apodi, entre Ceará e Rio Grande do Norte.


Algumas das informações apresentadas, ontem, foram publicadas com exclusividade pelo Diário do Nordeste, na última terça-feira. Desde 2006, o jornal publica matérias sobre a contaminação dos agrotóxicos.


A pesquisa realizada há mais de dois anos pela médica é patrocinada pelo CNPq. Raquel Rigotto critica a falta de consonância entre os órgãos públicos para tratar do tema. Com documentos para provar, afirma que a Superintendência Estadual do Meio Ambiente (Semace) e a Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Ceará (Adagri) transferem, uma para a outra, a responsabilidade de fiscalizar o uso de agrotóxicos.


A audiência pública realizada pela Câmara Municipal de Limoeiro do Norte teve a participação de Pedro Luiz Gonçalves Serafim da Silva, da Procuradoria Regional do Trabalho de Recife e coordenador do Fórum Nacional Contra os Impactos do Agrotóxico. "Não existe agrotóxico seguro, e os equipamentos de proteção individual não protegem nada", alerta
.

MELQUÍADES JÚNIOR
COLABORADOR

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

ENERGIA


O segundo vídeo da trilogia Pense de Novo aborda o maior problema brasileiro para as mudanças climáticas: o desmatamento. Ao serem cortadas e queimadas, as árvores liberam para a atmosfera o dióxido de carbono que havia nelas. É assim que acontece cerca de 75% das emissões de gases de efeito estufa no Brasil, levando o país a ser o 4o. maior emissor do planeta.

Acesse o link a baixo e assista o vídeo:

terça-feira, 14 de agosto de 2012

REFLITA!!!


Soluções para conter o aquecimento global na área de energia e novas tecnologias é o tema do último vídeo da trilogia Pense de Novo do WWF-Brasil. No mundo, o setor de energia é responsável por 37% de todas as emissões de gás carbônico, o que representa 23 bilhões de toneladas de CO2 lançadas por ano na atmosfera, ou seja, mais de 700 toneladas por segundo. Esse percentual coloca o setor de energia em primeiro lugar como emissor de gases de efeito estufa.
Por enquanto, a matriz energética brasileira é considerada uma das mais limpas do planeta. Atualmente, 75% da energia elétrica gerada no país vêm de hidrelétricas. Entretanto, as termelétricas movidas a gás e petróleo têm ganhado espaço nos recentes leilões nacionais de energia. Se o Brasil optar por seguir o modelo energético das nações industrializadas, considerado mais poluente, o país contribuirá para agravar para os problemas relacionados às mudanças climáticas na Terra.

Acesse o link abaixo e assista o vídeo

terça-feira, 12 de junho de 2012

O que é a Rio+20?












A Rio+20 é a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável. Mas o que de fato isso significa?  É uma reunião da ONU com quase todos os países do mundo (mais de 190) para discutir como o mundo poderá crescer economicamente, tirar pessoas da pobreza e preservar o meio ambiente --tudo ao mesmo tempo. Para isso, são necessários novos meios que evitem as crises financeiras e de empregos pela qual passamos atualmente.
Foram escolhidos dois temas centrais: a economia verde, com um novo modelo de produção que degrade menos o meio ambiente, e a governança internacional, que indicará estruturas para alcançar este futuro desejado.
A Rio+20 acontece no Rio de Janeiro, de 13 a 22 de junho. Ela é chamada assim porque vai dizer o que queremos para o futuro da humanidade, mas também marca os 20 anos da Rio92 ou ECO92. Esta é uma conferência símbolo no mundo todo, pois trouxe a discussão sobre ambiente para o dia a dia das pessoas. Reciclagem de lixo, preocupação com poluição e desmatamento da Amazônia, incentivo para a economia de água são algumas atitudes comuns hoje que tiveram grande projeção nesta época.



MAIS INFORMAÇÕES, ACESSE OS SITES A BAIXO:

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Por uma alimentação sustentável, variada e sem pressa


Mil e uma tarefas, o horário do almoço minguando, hora de recorrer à cadeia de fast food mais próxima para “ganhar tempo”: cena comum, especialmente a partir das últimas décadas do século XX, já que são poucos aqueles que conseguem dedicar tempo para preparar uma alimentação saudável. Entretanto, na contramão, há cada vez mais pessoas no mundo que se levantaram contra a tendência à alimentação “rápida e pasteurizada”: os adeptos do Slow Food, um estilo de vida que propõe resgatar os prazeres da boa mesa, unindo o prazer da alimentação à ecogastronomia, preservando os sabores regionais e a biodiversidade agrícola.
O movimento Slow Food prega o direito e a valorização do prazer da alimentação, utilizando produtos artesanais cuja fabricação respeite o meio ambiente e os produtores. Dentre seus princípios estão a restituição da dignidade cultural ao alimento, favorecimento da sensibilidade do gosto e luta pela preservação e uso sustentável da biodiversidade.

Seus seguidores buscam a proteção de espécies vegetais e animais, contribuindo com a defesa do meio ambiente, da cozinha típica regional, dos produtos saborosos e do prazer da alimentação. Há inclusive um catálogo, a Arca do Gosto, criado em 1996, que reúne produtos de todo o mundo ameaçados de extinção, mas que ainda resistem e possuem potencial de cultivo e comercialização. Dentre os produtos brasileiros na lista, podemos destacar
o pirarucu, o umbu, o palmito juçara, o pequi e a mangaba.

O Slow Food também ganhou adeptos dentro da alta gastronomia. Cresce entre os chefs a defesa dos ingredientes orgânicos, regionais e sazonais e do resgate da simplicidade na cozinha. É cada vez mais notória a necessidade de que o gastrônomo precisa ser o que Carlo Petrini (fundador do Movimento Slow Food) definiu como co-produtor: alguém conhecedor da agricultura e pecuária, das condições dos trabalhadores do campo, da procedência dos produtos, que rejeita meios de transporte poluidores em excesso e empresas que arruínam culturas locais ao se instalarem nas comunidades.

Além de promover uma relação mais saudável do homem com o alimento, a filosofia Slow Food chama a atenção para a relação homem-natureza, mostrando que podemos contribuir para a proteção ambiental enquanto nos alimentamos, além de beneficiar a cultura e a economia dos produtores da região onde moramos ou visitamos. O turismo gastronômico é uma das áreas de potencial que o movimento Slow Food pode impulsionar.

Fonte:http://www.oeco.com.br/alimentos
Foto: http://blog.jasminealimentos.com/10-dicas-para-uma-alimentacao-saudavel/
Postagem e adaptação: José Evânio
Coordenador do LEI II

segunda-feira, 5 de março de 2012

17 Idéias para você Salvar o Mundo


Nunca na história tivemos acesso a tanta informação - e também a tantas opiniões diferentes. Faça a coisa certa.

1. Informe-se
Acompanhe as notícias sobre o meio ambiente, atualize-se, estude a fundo os aspectos que mais lhe interessam.

2. Aja localmente
Pense a respeito de como colaborar na família, na vizinhança, na escola dos filhos e na comunidade. Participe mais de tudo e difunda suas idéias sobre um mundo melhor.

3. Pense localmente
Estabeleça vínculo entre temas locais e globais. Apesar de magnitudes diferentes, os dois universos se correlacionam.

4. Some
Antes de pensar em formar uma organização não governamental, procure ema parecida na qual você possa se engajar.

5. Otimismo é fundamental
Envolva-se de maneira criativa e divertida. Se quer atrair outras pessoas, pense em discursos e eventos positivos.

6. Seja efetivo
Envolva-se, torne-se ativo, mas não duplique suas obrigações. Trabalhe para ampliar sua efetividade.

7. Crie notícia
Identifique temas que possam interessar a muitas pessoas. Então, escreva para jornais, revistas, redes de rádio e TV.

8. Planeje sua família
Se a população da Terra, em 2050, ficará em 7,9 ou 10,9 bilhões de pessoas, conforme projeta a ONU, a diferença será de um filho por casal.

9. Não polua
Não jogue pilhas e baterias de celular no lixo comum. Mantenha bacias hidrográficas, rios, represas e lagoas livres de lixo ou qualquer tipo de resíduo. Lembre-se: o cano que sai da sua casa provavelmente deságua num rio, numa lagoa ou no mar.

10. Preserve a biodiversidade
Espécies animais e vegetais merecem respeito. Plante árvores: elas produzem oxigênio e são abrigos para aves.

11. Seja coerente
Economize energia, água, prefira equipamentos que não prejudiquem a camada de ozônio, reutilize materiais, recicle o lixo caseiro, use menos o carro, ande mais a pé, evite produtos de origem animal.

12. Passe a sua vida a limpo
Reveja seu estilo de vida. Pense num padrão condizente com o mundo sustentável.

13. Boicote
Engaje-se em movimentos de boicote a produtos que não respeitam o meio ambiente. Aliás, nem espere por movimentos: faça isso sempre que cair a ficha.

14. Eleja e cobre
Fiscalize o trabalho e a postura dos deputados e senadores ligados à sua comunidade ou cidade. Escreva para eles fazendo sugestões ou cobranças.

15. Separe o joio
Nunca na história tivemos acesso a tanta informação - e também a tantas opiniões diferentes. Faça a coisa certa.

16. Ensine as crianças
Preparar as novas gerações à luz de princípios ecológicos é a garantia de um mundo mais redondo daqui para frente.

17. Acredite no futuro
Estimule idéias inovadoras, invista em grupos não governamentais, renove sua crença de que tudo vai dar certo. Quanto mais pessoas acreditarem na paz, mas ela será possível.

Fonte: Super Especial - Como Salvar a Terra/junho 2001

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

AGRICULTURA MODERNA E SUAS CONTRADIÇÕES NO BAIXO JAGUARIBE, CE.


O estado do Ceará, desde a década de 1980 entrou no circuito global de produção, através da fruticultura irrigada, condicionando, desse modo, ao processo de reestruturação produtiva dos antigos espaços de reserva, transformando-os em muitos pontos luminosos, como já tratara Milton Santos.
As regiões do baixo Jaguaribe e baixo Acaraú constituíram-se como áreas prioritárias para esse processo de reestruturação produtiva, sobretudo por exprimir-se como espaços seletivos, abrigando condicionantes naturais (clima, solos, disponibilidade hídrica) que favoreceram a inserção nesse novo modelo de produção agrícola, que tem suas bases calcadas na Revolução Verde e no processo de globalização econômica, com vias à obtenção da mais-valia global – motor da vida econômica e social – através da instalação de filiais de empresas multinacionais.
Desse modo, exigindo à aquisição de novos espaços para a propagação dessa lógica vertical de produção agrícola, conduzindo a expansão de tal modelo contraditório, desigual e combinado, como já se Ariovaldo Umbelino de Oliveira.
Destarte, a região do baixo Jaguaribe, sobretudo representada pela Chapada do Apodi, assume posição de destaque dentro desse modelo produtivo em decorrência da presença dos Cambissolos, que são solos derivados de rochas calcárias que compõe parte do arcabouço geológico da bacia sedimentar Potiguar. Esses solos possuem alta fertilidade natural, aliado a irrigação – promovida pela adução das águas do rio Jaguaribe, através de bombeamento na barragem das pedrinhas – e aos incentivos fiscais, faz dessa área de ocupação antiga e espaçada um agropolo de grande lucratividade para o capital privado (nacional e internacional).
Nesse contexto exprimi-se fortes implicações socioambientais, tendo em vista as potencialidades e limitações ambientais, sobretudo representadas pelo contexto pedobioclimático (solo, clima, flora e fauna), bem como pela desestruturação social gerada pela usurpação dos territórios outrora ocupados e que a luz do neoliberalismo expropria, desterritorializa e expulsa os camponeses de seus territórios, condicionando-os ao êxodo rural forçado.
Ressalta-se ainda, a lógica produtiva da monocultura intensiva a base de insumos químicos para o favorecimento da incessante produtividade. Aliado a isso, resulta a superexploração dos recursos naturais, degradação dos solos e da vegetação, poluição e contaminação das águas (superficiais e subterrâneas), que sobre condições climáticas semiáridas ou subúmidas secas pode condicionar ainda ao processo de desertificação em níveis até irreversíveis.
Desse modo, a inserção do Ceará no circuito global de produção por meio da expressão marcante do sistema agrícola moderno, rompe com os modelos tradicionais de produção agrícola, descartando os saberes e fazeres dos camponeses e, causando implicações, talvez irreparáveis na estrutura social e natural, em especial nas áreas de climas secos, deixando somente as “chagas” e os rejeitos da produção, bem como acirrando as desigualdades sociais e os problemas ambientais.

Profª Maria Daniely Freire Guerra

sábado, 25 de fevereiro de 2012

Precisamos Cuidar do Nosso Planeta

http://www.colegioweb.com.br/geografia/a-biodiversidade.html

Trezentas milhões de pessoas poderão tornar-se refugiadas climáticas e 40% das espécies animais correrão o perigo de extinção. Mas estudos também trazem boas notícias: o colapso econômico poderá ser evitado se um conjunto de países mais abastados investirem anualmente apenas 1% do seu PIB em medidas concretas de prevenção do aquecimento global. O especialista Stern conseguiu convencer o poder e o capital, que combater as alterações do clima é um investimento como outro qualquer. – Semear hoje um euro para amanhã colher vinte, quem sabe mais... Feito o aviso, começamos a assistir à correria desenfreada dos líderes mundiais para apresentarem as suas soluções e investimentos em projetos que visam deter o aquecimento global. Nos países de primeiro mundo, as pessoas já exigem a aprovação de leis que combatam a poluição causada por empresas que só pensam no lucro, isso leva os governos desses países a certa preocupação e assim voltam-se para a questão do meio ambiente, com planos de reurbanização de cidades, com a intensificação da fiscalização sobre empresas poluidoras e com alguns raros projetos de reflorestamento ou preservação das poucas matas originais que restam no nosso planeta. Acho que cada um deve e pode fazer a sua parte, todos unidos com um só objetivo, cuidar do nosso planeta. Isso inclui também cuidar e tratar bem dos animais, pois eles precisam de proteção para perpetuação das espécies.

RESPONDA:
E você, o que está fazendo pelo nosso planeta e pelos animais?  


Postagem
José Evânio
Coordenador do LEI II

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

DICAS DE PESQUISA



Estamos dispondo no e-mail a baixo, temas de ecologia, preservação do meio ambiente, poluição, reciclagem, saúde e meio ambiente no Brasil. Acesse e se mantenha informado sobre meio ambiente.

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Seja Consciente e Utilize a Criatividade nes-se Carnaval.


Garantir a sustentabilidade do planeta é assegurar a continuidade da vida. Por isso, as ações sustentáveis devem ser compreendidas como um dever de todo cidadão consciente. Afinal, não são apenas os grandes projetos e empreendimentos sustentáveis, como a preservação das florestas e espécies nativas que contribuem para o equilíbrio ambiental, pequenas e contínuas ações, como separar o lixo corretamente, também são muito importantes e fazem toda a diferença.
Grandes eventos como o Carnaval, por exemplo, também podem ser uma excelente oportunidade de colocar em prática ações mais sustentáveis, tornando os festejos mais limpos e ecologicamente corretos. Nesse caso, a primeira atitude pode ser com relação ao lixo.
Festas como o Carnaval produzem grande quantidade de lixo, que é jogada de forma indiscriminada nas ruas. Isso provoca graves problemas para as cidades, pois esse acúmulo de lixo somado ao período chuvoso do verão aumenta o risco de enchentes e alagamentos.
Por isso, pense bem antes se sair por aí jogando latas, garrafas e papel pelas ruas. Você pode curtir a folia sem causar tantos danos ao meio ambiente e à cidade. Uma boa dica é sair de casa já levando sua squeeze (garrafinha plástica) ou caneca: assim, é possível se divertir a vontade sem o risco de que o divertimento suje as ruas da cidade. Neste carnaval, a melhor solução é abolir o uso de copos de papel.
Outra forma de manter a sustentabilidade no Carnaval é manter a responsabilidade socioambiental é não usar as ruas como banheiro público. Além de ser uma prática criminosa (ato obsceno, artigo 233 do Código Penal), passível de detenção que pode variar de três meses a um ano, fazer xixi na rua é uma tremenda falta de educação. O mau cheiro se torna quase insuportável e acaba com toda a alegria da festa. Respeitar espaços públicos é um dever de todo cidadão, além de ser uma atitude responsável e imprescindível para a boa convivência entre as pessoas.
Outra atitude consciente é aproveitar o período de festas para mostrar para os filhos a importância das pequenas atitudes para a o bem-estar das pessoas. Usar bons exemplos para ensinar as crianças é uma boa iniciativa. Essas e outras atitudes irão garantir um Carnaval sustentável, limpo e agradável para todos os foliões!