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sexta-feira, 4 de maio de 2012

Por uma alimentação sustentável, variada e sem pressa


Mil e uma tarefas, o horário do almoço minguando, hora de recorrer à cadeia de fast food mais próxima para “ganhar tempo”: cena comum, especialmente a partir das últimas décadas do século XX, já que são poucos aqueles que conseguem dedicar tempo para preparar uma alimentação saudável. Entretanto, na contramão, há cada vez mais pessoas no mundo que se levantaram contra a tendência à alimentação “rápida e pasteurizada”: os adeptos do Slow Food, um estilo de vida que propõe resgatar os prazeres da boa mesa, unindo o prazer da alimentação à ecogastronomia, preservando os sabores regionais e a biodiversidade agrícola.
O movimento Slow Food prega o direito e a valorização do prazer da alimentação, utilizando produtos artesanais cuja fabricação respeite o meio ambiente e os produtores. Dentre seus princípios estão a restituição da dignidade cultural ao alimento, favorecimento da sensibilidade do gosto e luta pela preservação e uso sustentável da biodiversidade.

Seus seguidores buscam a proteção de espécies vegetais e animais, contribuindo com a defesa do meio ambiente, da cozinha típica regional, dos produtos saborosos e do prazer da alimentação. Há inclusive um catálogo, a Arca do Gosto, criado em 1996, que reúne produtos de todo o mundo ameaçados de extinção, mas que ainda resistem e possuem potencial de cultivo e comercialização. Dentre os produtos brasileiros na lista, podemos destacar
o pirarucu, o umbu, o palmito juçara, o pequi e a mangaba.

O Slow Food também ganhou adeptos dentro da alta gastronomia. Cresce entre os chefs a defesa dos ingredientes orgânicos, regionais e sazonais e do resgate da simplicidade na cozinha. É cada vez mais notória a necessidade de que o gastrônomo precisa ser o que Carlo Petrini (fundador do Movimento Slow Food) definiu como co-produtor: alguém conhecedor da agricultura e pecuária, das condições dos trabalhadores do campo, da procedência dos produtos, que rejeita meios de transporte poluidores em excesso e empresas que arruínam culturas locais ao se instalarem nas comunidades.

Além de promover uma relação mais saudável do homem com o alimento, a filosofia Slow Food chama a atenção para a relação homem-natureza, mostrando que podemos contribuir para a proteção ambiental enquanto nos alimentamos, além de beneficiar a cultura e a economia dos produtores da região onde moramos ou visitamos. O turismo gastronômico é uma das áreas de potencial que o movimento Slow Food pode impulsionar.

Fonte:http://www.oeco.com.br/alimentos
Foto: http://blog.jasminealimentos.com/10-dicas-para-uma-alimentacao-saudavel/
Postagem e adaptação: José Evânio
Coordenador do LEI II

segunda-feira, 5 de março de 2012

17 Idéias para você Salvar o Mundo


Nunca na história tivemos acesso a tanta informação - e também a tantas opiniões diferentes. Faça a coisa certa.

1. Informe-se
Acompanhe as notícias sobre o meio ambiente, atualize-se, estude a fundo os aspectos que mais lhe interessam.

2. Aja localmente
Pense a respeito de como colaborar na família, na vizinhança, na escola dos filhos e na comunidade. Participe mais de tudo e difunda suas idéias sobre um mundo melhor.

3. Pense localmente
Estabeleça vínculo entre temas locais e globais. Apesar de magnitudes diferentes, os dois universos se correlacionam.

4. Some
Antes de pensar em formar uma organização não governamental, procure ema parecida na qual você possa se engajar.

5. Otimismo é fundamental
Envolva-se de maneira criativa e divertida. Se quer atrair outras pessoas, pense em discursos e eventos positivos.

6. Seja efetivo
Envolva-se, torne-se ativo, mas não duplique suas obrigações. Trabalhe para ampliar sua efetividade.

7. Crie notícia
Identifique temas que possam interessar a muitas pessoas. Então, escreva para jornais, revistas, redes de rádio e TV.

8. Planeje sua família
Se a população da Terra, em 2050, ficará em 7,9 ou 10,9 bilhões de pessoas, conforme projeta a ONU, a diferença será de um filho por casal.

9. Não polua
Não jogue pilhas e baterias de celular no lixo comum. Mantenha bacias hidrográficas, rios, represas e lagoas livres de lixo ou qualquer tipo de resíduo. Lembre-se: o cano que sai da sua casa provavelmente deságua num rio, numa lagoa ou no mar.

10. Preserve a biodiversidade
Espécies animais e vegetais merecem respeito. Plante árvores: elas produzem oxigênio e são abrigos para aves.

11. Seja coerente
Economize energia, água, prefira equipamentos que não prejudiquem a camada de ozônio, reutilize materiais, recicle o lixo caseiro, use menos o carro, ande mais a pé, evite produtos de origem animal.

12. Passe a sua vida a limpo
Reveja seu estilo de vida. Pense num padrão condizente com o mundo sustentável.

13. Boicote
Engaje-se em movimentos de boicote a produtos que não respeitam o meio ambiente. Aliás, nem espere por movimentos: faça isso sempre que cair a ficha.

14. Eleja e cobre
Fiscalize o trabalho e a postura dos deputados e senadores ligados à sua comunidade ou cidade. Escreva para eles fazendo sugestões ou cobranças.

15. Separe o joio
Nunca na história tivemos acesso a tanta informação - e também a tantas opiniões diferentes. Faça a coisa certa.

16. Ensine as crianças
Preparar as novas gerações à luz de princípios ecológicos é a garantia de um mundo mais redondo daqui para frente.

17. Acredite no futuro
Estimule idéias inovadoras, invista em grupos não governamentais, renove sua crença de que tudo vai dar certo. Quanto mais pessoas acreditarem na paz, mas ela será possível.

Fonte: Super Especial - Como Salvar a Terra/junho 2001

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

AGRICULTURA MODERNA E SUAS CONTRADIÇÕES NO BAIXO JAGUARIBE, CE.


O estado do Ceará, desde a década de 1980 entrou no circuito global de produção, através da fruticultura irrigada, condicionando, desse modo, ao processo de reestruturação produtiva dos antigos espaços de reserva, transformando-os em muitos pontos luminosos, como já tratara Milton Santos.
As regiões do baixo Jaguaribe e baixo Acaraú constituíram-se como áreas prioritárias para esse processo de reestruturação produtiva, sobretudo por exprimir-se como espaços seletivos, abrigando condicionantes naturais (clima, solos, disponibilidade hídrica) que favoreceram a inserção nesse novo modelo de produção agrícola, que tem suas bases calcadas na Revolução Verde e no processo de globalização econômica, com vias à obtenção da mais-valia global – motor da vida econômica e social – através da instalação de filiais de empresas multinacionais.
Desse modo, exigindo à aquisição de novos espaços para a propagação dessa lógica vertical de produção agrícola, conduzindo a expansão de tal modelo contraditório, desigual e combinado, como já se Ariovaldo Umbelino de Oliveira.
Destarte, a região do baixo Jaguaribe, sobretudo representada pela Chapada do Apodi, assume posição de destaque dentro desse modelo produtivo em decorrência da presença dos Cambissolos, que são solos derivados de rochas calcárias que compõe parte do arcabouço geológico da bacia sedimentar Potiguar. Esses solos possuem alta fertilidade natural, aliado a irrigação – promovida pela adução das águas do rio Jaguaribe, através de bombeamento na barragem das pedrinhas – e aos incentivos fiscais, faz dessa área de ocupação antiga e espaçada um agropolo de grande lucratividade para o capital privado (nacional e internacional).
Nesse contexto exprimi-se fortes implicações socioambientais, tendo em vista as potencialidades e limitações ambientais, sobretudo representadas pelo contexto pedobioclimático (solo, clima, flora e fauna), bem como pela desestruturação social gerada pela usurpação dos territórios outrora ocupados e que a luz do neoliberalismo expropria, desterritorializa e expulsa os camponeses de seus territórios, condicionando-os ao êxodo rural forçado.
Ressalta-se ainda, a lógica produtiva da monocultura intensiva a base de insumos químicos para o favorecimento da incessante produtividade. Aliado a isso, resulta a superexploração dos recursos naturais, degradação dos solos e da vegetação, poluição e contaminação das águas (superficiais e subterrâneas), que sobre condições climáticas semiáridas ou subúmidas secas pode condicionar ainda ao processo de desertificação em níveis até irreversíveis.
Desse modo, a inserção do Ceará no circuito global de produção por meio da expressão marcante do sistema agrícola moderno, rompe com os modelos tradicionais de produção agrícola, descartando os saberes e fazeres dos camponeses e, causando implicações, talvez irreparáveis na estrutura social e natural, em especial nas áreas de climas secos, deixando somente as “chagas” e os rejeitos da produção, bem como acirrando as desigualdades sociais e os problemas ambientais.

Profª Maria Daniely Freire Guerra

sábado, 25 de fevereiro de 2012

Precisamos Cuidar do Nosso Planeta

http://www.colegioweb.com.br/geografia/a-biodiversidade.html

Trezentas milhões de pessoas poderão tornar-se refugiadas climáticas e 40% das espécies animais correrão o perigo de extinção. Mas estudos também trazem boas notícias: o colapso econômico poderá ser evitado se um conjunto de países mais abastados investirem anualmente apenas 1% do seu PIB em medidas concretas de prevenção do aquecimento global. O especialista Stern conseguiu convencer o poder e o capital, que combater as alterações do clima é um investimento como outro qualquer. – Semear hoje um euro para amanhã colher vinte, quem sabe mais... Feito o aviso, começamos a assistir à correria desenfreada dos líderes mundiais para apresentarem as suas soluções e investimentos em projetos que visam deter o aquecimento global. Nos países de primeiro mundo, as pessoas já exigem a aprovação de leis que combatam a poluição causada por empresas que só pensam no lucro, isso leva os governos desses países a certa preocupação e assim voltam-se para a questão do meio ambiente, com planos de reurbanização de cidades, com a intensificação da fiscalização sobre empresas poluidoras e com alguns raros projetos de reflorestamento ou preservação das poucas matas originais que restam no nosso planeta. Acho que cada um deve e pode fazer a sua parte, todos unidos com um só objetivo, cuidar do nosso planeta. Isso inclui também cuidar e tratar bem dos animais, pois eles precisam de proteção para perpetuação das espécies.

RESPONDA:
E você, o que está fazendo pelo nosso planeta e pelos animais?  


Postagem
José Evânio
Coordenador do LEI II

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

DICAS DE PESQUISA



Estamos dispondo no e-mail a baixo, temas de ecologia, preservação do meio ambiente, poluição, reciclagem, saúde e meio ambiente no Brasil. Acesse e se mantenha informado sobre meio ambiente.

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Seja Consciente e Utilize a Criatividade nes-se Carnaval.


Garantir a sustentabilidade do planeta é assegurar a continuidade da vida. Por isso, as ações sustentáveis devem ser compreendidas como um dever de todo cidadão consciente. Afinal, não são apenas os grandes projetos e empreendimentos sustentáveis, como a preservação das florestas e espécies nativas que contribuem para o equilíbrio ambiental, pequenas e contínuas ações, como separar o lixo corretamente, também são muito importantes e fazem toda a diferença.
Grandes eventos como o Carnaval, por exemplo, também podem ser uma excelente oportunidade de colocar em prática ações mais sustentáveis, tornando os festejos mais limpos e ecologicamente corretos. Nesse caso, a primeira atitude pode ser com relação ao lixo.
Festas como o Carnaval produzem grande quantidade de lixo, que é jogada de forma indiscriminada nas ruas. Isso provoca graves problemas para as cidades, pois esse acúmulo de lixo somado ao período chuvoso do verão aumenta o risco de enchentes e alagamentos.
Por isso, pense bem antes se sair por aí jogando latas, garrafas e papel pelas ruas. Você pode curtir a folia sem causar tantos danos ao meio ambiente e à cidade. Uma boa dica é sair de casa já levando sua squeeze (garrafinha plástica) ou caneca: assim, é possível se divertir a vontade sem o risco de que o divertimento suje as ruas da cidade. Neste carnaval, a melhor solução é abolir o uso de copos de papel.
Outra forma de manter a sustentabilidade no Carnaval é manter a responsabilidade socioambiental é não usar as ruas como banheiro público. Além de ser uma prática criminosa (ato obsceno, artigo 233 do Código Penal), passível de detenção que pode variar de três meses a um ano, fazer xixi na rua é uma tremenda falta de educação. O mau cheiro se torna quase insuportável e acaba com toda a alegria da festa. Respeitar espaços públicos é um dever de todo cidadão, além de ser uma atitude responsável e imprescindível para a boa convivência entre as pessoas.
Outra atitude consciente é aproveitar o período de festas para mostrar para os filhos a importância das pequenas atitudes para a o bem-estar das pessoas. Usar bons exemplos para ensinar as crianças é uma boa iniciativa. Essas e outras atitudes irão garantir um Carnaval sustentável, limpo e agradável para todos os foliões!

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Descarte inadequado de pneus.


Descarte inadequado de pneus ainda representa grave problema ambiental no Brasil, diz pesquisador:

É possível encontrar pneus jogados em lixões, rios, ruas e em residências de todo o país.

O descarte inadequado de pneus ainda persiste como um grave problema ambiental no Brasil. Apesar de duas resoluções do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) obrigarem os fabricantes e importadores a dar uma destinação adequada para pneus que não servem mais, as regras não estão surtindo o efeito desejado. Essa é a conclusão do engenheiro mecânico Carlos Lagarinhos que defendeu uma tese de doutorado, na Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP), sobre o assunto.
“No Brasil, as atividades de reutilização [de pneus] não são regulamentadas e não existem incentivos para a reciclagem ou utilização de matéria-prima de pneus inservíveis [que não servem mais para rodar em automóveis, ônibus e caminhões]”, disse Lagarinhos à Agência Brasil.
Segundo Lagarinhos, de 2002 a abril de 2011, o descarte inadequado correspondeu a 2,1 milhões de toneladas do produto. Nesse período, os importadores de pneus novos cumpriram 97,03% das metas de descarte estabelecidas, os fabricantes, 47,3% e, os importadores de usados, 12,92%.
No país, é possível encontrar pneus jogados em lixões, rios, ruas e, até mesmo, no quintal das casas o que pode ocasionar problemas ambientais e, até mesmo, de saúde – o mosquito transmissor da dengue, por exemplo, se reproduz em água parada alojada, muitas vezes, em pneus velhos.
Lagarinhos observou que o alto custo da coleta e do transporte de pneus descartados é a principal dificuldade para a destinação correta desse material. Outro problema levantado pelo pesquisador é que há falta de conhecimento dos consumidores sobre o destino que deve ser dado aos pneus usados.
“Os fabricantes, importadores, revendas e distribuidores não divulgam programas de coleta e destinação dos pneus inservíveis para incentivar o descarte, após a troca, pela população”, disse Lagarinhos. Em São Paulo, por exemplo, ele cita que, apesar dos mais de 6,6 milhões de veículos licenciados, existem apenas quatro pontos de coleta de pneus.
Uma das saídas apontadas por Lagarinhos como solução para o problema seria o aproveitamento de pneus usados como componente para asfalto. “De 2001 a 2010, somente 4,9 mil quilômetros foram pavimentados com asfalto-borracha. Existe uma série de vantagens para a sua utilização como aumentar a vida útil do pavimento em 30%, retardar o aparecimento de trincas e selar as já existentes e aumentar o atrito entre o pneu e o asfalto, entre outros", explicou.
"Falta incentivo por parte dos governos federal, estaduais e municipais para a utilização do asfalto-borracha na pavimentação de ruas, estradas e rodovias”, ressaltou o pesquisador.

http://j2012.com.br/noticia/2012/01/04/descarte-inadequado-de-pneus-ainda-representa-grave-problema-ambiental-no-brasil-diz-pesquisador

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

AGROTOXICOS, TRABALHO e SAUDE.


Acaba de chegar a EEFM Arsênio Ferreira Maia uma publicação com informações científicas de grande relevância no contexto da saúde humana, ambiental e dos direitos trabalhistas no Ceará. A professora Raquel Rigotto lança “Agrotóxicos, trabalho e saúde – vulnerabilidade e resistência no contexto da modernização agrícola no Baixo Jaguaribe“. O material é resultado de mais de quatro anos de pesquisa em campo com mais de 20 especialistas das diversas áreas retratando, discutindo e fundamentando o impacto dos agrotóxicos no trabalho e na vida das comunidades da região jaguaribana, especialmente na Chapada do Apodi, entre Limoeiro e Quixeré.
 “Agrotóxicos, trabalho e saúde” – 612 páginas, Editora UFC. Realização: Núcleo Tramas – 


Evanildo Pitombeira

O VENENO ESTÁ NA MESA


Está à disposição na sala de multimeios para ser trabalhado junto à comunidade escolar da EEFM Arsênio Ferreira Maia, o documentário “O veneno está na mesa” que aborda sobre o absurdo dos agrotóxicos no Brasil. Neste documentário é enfatizado o quanto o governo é conivente com esse tipo de procedimento utilizado pelas multinacionais e o quanto todos nós estamos nos intoxicando e ficando doentes. Diante disso temos que utilizarmos todos os meios de comunicação para informar os nossos alunos, inclusive, o Blog do Meio Ambiente é um dos canais que estamos utilizado para fortalecer o nosso fluxo de informações. Devemos saber o que está acontecendo ao nosso redor e entender o que mentes maquiavélicas tramam em detrimento dos menos favorecidos, imaginando que tudo pode ficar assim, para tomarmos providências, pois eles agem sempre a favor de uma minoria. O que mais nos chama a atenção é saber que muitas pessoas do nosso dia a dia ficam deslumbradas com o dinheiro sujo, com uma ganância que é alimentada todos os dias via mídia, a loucura do consumo. É inaceitável saber que existem pessoas que devastam a natureza e agem contra todos nós, é o mal do capitalismo, os absurdos desse sistema selvagem e impulsionado pelas mais sórdidas e deprimentes ações de irresponsáveis e seres inescrupulosos. Portanto, nós educadores temos que tentarmos mudar esse quadro, para isso, estamos fazendo nossa parte, conscientizando os nossos jovens para que isso não continue a acontecer em proporções tão gigantescas.

José Evânio Almeida de Lima

http://youtu.be/kc60Hg7M394

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

2012 - Ano Internacional de Energia Sustentável para Todos


A Assembléia Geral das Nações Unidas declarou 2012 como o Ano Internacional de Energia Sustentável para Todos. O objetivo da iniciativa é chamar a atenção para a importância de se aumentar o acesso à energia renovável em todas as partes do mundo.



segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Reforma Agrária e meio ambiente: O desafio agroecológico”,


No último dia 16/12/2011, na Faculdade de Filosofia Dom Aureliano Matos, aconteceu o ”I Seminário de Reforma Agrária e Meio Ambiente da Região Jaguaribana”, tendo como objetivo discutir a reforma agrária e a agroecologia enquanto caminhos para o desenvolvimento do campo brasileiro.
Na ocasião, realizou-se uma mesa redonda, discutindo o tema: “Reforma Agrária e meio ambiente: O desafio agroecológico”, tendo como debatedor Claudemir Martins Cosme (licenciado em Geografia pela FAFIDAM, tecnólogo em Irrigação e Drenagem e professor do IFCE), teve como mediador: Jocélio Almeida e mestre de cerimônia: Antônio Marcos.
O seminário destinou-se aos alunos do curso de Geografia e demais cursos da FAFIDAM, bem como de outras instituições públicas e privadas do ensino médio e de ensino superior.

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Canadá sai do Protocolo de Quioto.


O Canadá vai retirar-se do Protocolo de Quioto, sobre a redução das emissões de gases com efeitos de estufa, afirmou em Ottawa, o ministro canadense do Ambiente, Peter Kent.
O governante justificou a decisão, afirmando que "Quioto não funciona" e que o Canadá corria o risco de ter de pagar multas de vários milhões de dólares se mantivesse signatário do protocolo.
O Canadá torna-se assim o primeiro país a retirar-se oficialmente deste acordo assinado em 1997 e em vigor desde 2005.
Nos termos do protocolo, o Canadá comprometeu-se a reduzir em 2012 as suas emissões em 6% face aos níveis de 1990. No entanto, as suas emissões poluentes aumentaram e o Governo conservador de Stephen Harper rejeitou abertamente as obrigações assumidas pelo Executivo liberal que o assinou.
Referindo-se à sua presença na conferência sobre as alterações climáticas em Durban, Kent afirmou que a plataforma alcançada "representa um caminho que permite avançar", o que, aos olhos do Canadá, não sucede com o Protocolo de Quioto.
"Não abrange os dois maiores emissores, os Estados Unidos e a China, e por isso não pode funcionar", justificou.


Após o boom da exploração petrolífera no Canadá, o Protocolo de Quioto ameaçava impor fortes sanções a este país. Aproveitando os sucessivos desaires de retificação desse acordo (Copenhague talvez tenha sido a maior desilusão), em Durban o Governo Canadense avançou com a saída definitiva do acordo, aproveitando ainda o fato dos principais países emissores (EUA e China) nunca terem ratificado Quioto, como que se tal argumento justificasse o injustificável.

Convém relembrar o porquê do risco de sanções que o Canadá estaria em risco: a extração de betume.
O betume é uma composição de areia, argila e petróleo. Para retirar o petróleo do betume são usados pelo menos três barris de água para cada um de óleo, além de que a extração em betume emite cinco vezes mais CO2 que a convencional, ritmo que mantém o Canadá no topo do ranking de países emissores no mundo.

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Lixo Eletrônico


Lixo Eletrônico é todo resíduo material produzido pelo descarte de equipamentos eletrônicos. Com o elevado uso desses equipamentos no mundo moderno, este tipo de lixo tem se tornado um grande problema ambiental quando não descartado em locais adequados. Impressoras, monitores de computadores, telefones celulares e baterias, computadores, televisores, câmeras fotográficas são alguns exemplos desse tipo de lixo eletrônico. Este descarte é feito quando o equipamento apresenta defeito ou se torna ultrapassado. O problema ocorre quando este material é descartado no meio ambiente. Como estes equipamentos possuem substâncias químicas em suas composições, podem provocar contaminação do solo e água. Além de contaminar o meio ambiente, estas substâncias químicas podem provocar doenças graves em pessoas que coletam produtos em lixões, terrenos baldios ou na rua. Estes equipamentos são compostos também por grande quantidade de plástico, metais e vidro. Os mesmos demoram muito tempo para se decompor no solo. Para não provocar a contaminação e poluição do meio ambiente, o correto é fazer o descarte de lixo eletrônico em locais apropriados como, por exemplo, empresas e cooperativas que atuam na área de reciclagem. Celulares e suas baterias podem ser entregues nas empresas de telefonia celular. Elas encaminham estes resíduos de forma a não provocar danos ao meio ambiente. Outra opção é doar equipamentos em boas condições, que não estão mais em uso, para entidades sociais que atuam na área de inclusão digital. Além de não contaminar o meio ambiente, o ato ajudará pessoas que precisam. O primeiro passo para evitar a poluição do meio ambiente é fazer a coleta seletiva em casas, escolas e empresas. O lixo eletrônico deve sempre ser separado dos resíduos orgânicos e dos materiais recicláveis (papel, plástico, metal).
E você está fazendo sua parte para preservar o meio ambiente? Conte-nos alguma ação sua em favor da preservação do meio ambiente.
Adaptação e Postagem José Evânio Almeida de Lima

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

MUDANÇAS CLIMÁTICAS



As transformações que vem ocorrendo no planeta Terra nos últimos anos, têm gerado uma série de preocupações e discussões a respeito de qual será o nosso destino. As maiorias das pessoas atribuem apenas ao homem a responsabilidade por tais acontecimentos. Mas, se olharmos de forma mais amiúde, veremos que os fatores externos ao planeta possuem também a sua parcela de contribuição. O processo cada vez mais intenso do calor solar, a queda de meteoritos que provavelmente levou a extinção dos dinossauros a 65 milhões de anos, bem como mudanças periódicas que ocorrem de vez em quando no eixo de inclinação terrestre. Porém, a causa antrópica se faz mais enfática hoje. E, esse processo começa com a revolução industrial, que transforma a forma de produzir no planeta intensificando o processo de degradação ambiental, sendo causa também dessas mudanças climáticas.
O lançamento de gases na atmosfera a partir dos automóveis, das chaminés das fábricas, das queimadas e da prática cada vez mais intensa da pecuária também tem contribuído para tais mudanças.  O resultado são maiores e mais intensas secas e enchentes, o aumento da desertificação, o aparecimento mais  frequente de furacões e ciclones, além do avanço das águas do oceano sobre o continente a partir do derretimento do gelo dos pólos. Precisamos tomar uma atitude mais concreta, para que as gerações futuras não sofram as conseqüências da irresponsabilidade da geração atual. Você também é responsável.

Hélio Herbster
Professor de Geografia

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

5 Dicas para o consumo consciente de embalagens


1 – Evite embalagens desnecessárias
Você sabia que cerca de 1/3 do lixo doméstico é composto por embalagens?
Diminua esse desperdício escolhendo produtos com menos embalagens.

2 – Prefira produtos com embalagens retornáveis ou refis
Você sabia que cada vasilhame retornável de bebida pode realizar de 8 a 30 viagens e que embalagens de refis consomem 30% a menos recursos naturais em sua fabricação?
Embalagens Retornáveis e refis diminuem a necessidade de fabricação de novas embalagens, diminuindo também a pressão por recursos naturais.

3 – Utilize sacolas retornáveis
Você sabia que hoje no Brasil são consumidas aproximadamente 35 mil sacolas plásticas por minuto? Tudo isso acaba em depósitos de lixo, leva séculos para se decompor, além de dificultar a decomposição dos outros resíduos.
Ajude a diminuir essa montanha de lixo usando sacolas retornáveis.

4 – Reutilize suas embalagens sempre que possível
Você sabia que 80% das embalagens são descartadas depois de serem usadas apenas uma vez?
Ao perferir produtos com embalagens reutilizáveis você ajuda a diminuir o volume de lixo produzido em sua casa.

5 – Encaminhe as embalagens sem utilidade para reciclagem
Você sabia que reciclar uma lata, comparado com a produção de uma nova, representa uma economia de energia suficiente para manter um aparelho de TV ligado por três horas?
A reciclagem de materiais economiza água, energia e recursos naturais, além de diminuir a quantidade de lixo e dar emprego a milhares de brasilieros.

Estas dicas foram retiradas do site do Ministério do Meio Ambiente, através do programa : Consumo Consciente de EMBALAGEM

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

DESAFIO - 01

Imprima a cruzada, resolva-a (cruzada e frases), comente-a no blog e leve-a até ao LEI – 1, fale com o professor Evanildo Pitombeira e ganhe um chocolate. (Só é válido para os dois primeiros alunos que comparecerem ao LEI – 1 e fizerem o devido comentário no blog)

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Me(u)io Ambiente!!!


A revolução industrial provocou uma série de transformações no planeta Terra. Transformações essas, que se processaram de uma maneira extramente rápida e avassaladora no uso dos recursos naturais. O homem se apropriou de tal forma dos recursos naturais, que a principio parecia que os mesmos eram infinitos. O uso indiscriminado da água, do solo, das florestas, a poluição do ar põe em dúvida a vida futura no planeta. Os recursos naturais devem estar à disposição da humanidade, mas de forma ordenada, para que atendam a demanda de todos e que durem um maior tempo possível. Há espaço para o conservacionismo e é também essencial que em algumas situações se pratique o preservacionismo. O que ainda sobra hoje vai faltar amanhã.

Hélio Herbster
Professor de Geografia
Regente da Sala de Multimeios
EEFM Arsênio Ferreira Maia.